A Cinemateca Brasileira guarda o maior acervo de imagens em movimento da América Latina, em galpões históricos da Vila Clementino que já foram matadouro municipal. Oferece mostras, exposições e raridades. Vale para quem ama cinema e memória audiovisual; a experiência depende da agenda, e o lugar ainda carrega marcas dos anos de crise e abandono.
Para quem: Cinéfilos e interessados na memória do audiovisual brasileiro.
Não é para: Quem espera um complexo de cinema moderno e confortável.
Ver as 10 notas e a metodologia
Perfil de avaliação: Atração cultural. Os pesos abaixo se ajustam a este tipo de lugar.
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Valor da experiência peso 25% 4,0
Relevância cultural, histórica ou estética — o quanto vale a visita e marca quem vai.
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Singularidade peso 30% 4,0
O quão único é. Algo que só se encontra ali, ou que se repete em qualquer lugar?
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Custo-benefício peso 5% 5,0
O que entrega pelo preço cobrado. Atrações gratuitas tendem a pontuar alto.
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Apelo visual peso 5% 3,0
Beleza, vistas e potencial para boas fotos.
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Facilidade de acesso peso 5% 4,0
Proximidade de metrô e transporte público e facilidade de chegar.
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Estrutura e serviços peso 5% 3,0
Banheiros, alimentação, sinalização e qualidade do atendimento.
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Conservação peso 5% 3,0
Estado de manutenção e limpeza do local.
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Segurança do entorno peso 10% 3,0
Sensação de segurança na região, sobretudo a pé.
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Acessibilidade peso 5% 3,0
Rampas, elevadores e atenção a pessoas com mobilidade reduzida.
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Filas e lotação peso 5% 4,0
Nota maior = menos filas e multidões para enfrentar.
Como calculamos. A Nota Tourb é uma avaliação editorial independente. Cada lugar recebe uma nota de 1 a 5 em 10 critérios, e a nota final é a média ponderada deles. Os pesos mudam conforme o tipo de lugar — num restaurante, cozinha e custo-benefício pesam mais; numa atração cultural, a relevância da experiência e a singularidade. Não recebemos pagamento para avaliar nem para alterar notas.
Vale a pena?
Por que sim
- Maior acervo de cinema da América Latina
- Mostras e raridades do audiovisual
- Galpões históricos com história própria
- Programação de acesso gratuito
Por que não
- Experiência depende da agenda do dia
- Marcas de anos de crise e subfinanciamento
O segredo do Tourb
Acompanhe a programação de mostras e sessões especiais: é quando a Cinemateca mostra o melhor do acervo, muitas vezes de graça.
Melhor hora de ir
Nos dias de mostra ou sessão, conforme a agenda.
Sobre Cinemateca Brasileira
A Cinemateca Brasileira, na Vila Clementino, guarda o maior acervo de imagens em movimento da América Latina, do cinema mudo aos dias de hoje. Funciona como casa de preservação, pesquisa e exibição, num conjunto de galpões históricos que já foram matadouro municipal.
Para o público, há mostras de filmes, exposições e uma programação que resgata clássicos e raridades. Depois de anos de crise e ameaças de fechamento, segue de pé como guardiã da memória audiovisual do país.
Abre ao público em horário comercial, com programação de sessões e mostras que varia. Confira a agenda antes de ir.
O que evitar
Ir sem checar a programação e esperar um cinema comercial.
Como chegar
A Cinemateca Brasileira fica no Largo Senador Raul Cardoso, na Vila Clementino, em São Paulo. A estação de metrô mais próxima é a Santa Cruz, na Linha 1-Azul, a poucos minutos a pé.
O entorno é bem servido por aplicativos.
Horário de funcionamento
Terça-feira: 08:00 – 18:00
Quarta-feira: 08:00 – 18:00
Quinta-feira: 08:00 – 18:00
Sexta-feira: 08:00 – 18:00
Sábado: 08:00 – 18:00
Domingo: 08:00 – 18:00
Perguntas frequentes
O que é a Cinemateca Brasileira?
É a instituição que guarda o maior acervo de cinema da América Latina, na Vila Clementino, em São Paulo, com preservação, mostras de filmes e exposições, em galpões que já foram matadouro municipal.
A Cinemateca Brasileira vale a pena?
Vale para quem ama cinema: tem mostras, exposições e raridades do acervo audiovisual brasileiro. A programação varia, então confira a agenda antes de ir.
Combine com
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